3 Dicas simples para proteger-se em caso de erro médico
- Marta Moura
- 13 de out. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 14 de out. de 2020
Nenhum profissional trabalha querendo errar, assim como ninguém (em sã consciência), dirige pretendendo sofrer ou causar um acidente, mas erros e acidentes acontecem e, nessas horas é bom saber que cuidados simples podem evitar mais aborrecimentos e despesas.
As dicas a seguir são úteis para profissionais da saúde e para pacientes.
1. Se você é profissional da saúde (Médico, Cirurgião Dentista, Enfermeiro…) estabeleça uma relação de confiança com seu paciente e faça uma anamnese detalhada.
Registre tudo.
Sendo paciente, a relação de confiança com seu médico, dentista, enfermeiro, psicólogo, é muito importante também, não esconda nada relevante, especialmente medicações que usa ou usou recentemente. Isso pode fazer toda diferença para o sucesso do tratamento. São informações que servirão como prova em caso de processo judicial ou administrativo.
2. Profissional saiba que o seu maior escudo é o prontuário. Este documento deve ser preenchido toda vez que o paciente for atendido, tenha recebido alguma medicação ou qualquer outro procedimento. O preenchimento deve ser detalhado e com letra legível. Não adianta tentar preencher o prontuário depois, letra e cores diferentes, são indícios de fraude e o documento passará a ser prova contra o profissional ou estabelecimento de saúde.
Se você é paciente, o prontuário é o documento mais importante para comprovar a ocorrência ou não do erro profissional. Embora ele seja sigiloso, é importante você saber, que, como paciente, tem direito de acessar seu prontuário a qualquer tempo e fazer cópia dele. Basta solicitar.
3. O termo de consentimento informado e esclarecido é outra ferramenta de crucial importância para a proteção, tanto do profissional, quanto do paciente. O corpo humano é inviolável, nenhum procedimento pode violar nossa intimidade sem o nosso consentimento, de forma que, qualquer intervenção deve ser consentida. Mas, não basta o paciente assinar um documento antes da cirurgia, por exemplo. É necessário que sejam dadas todas as informações previamente, preferivelmente, que o paciente ou o familiar leve o termo para ler e assinar em casa, após conversar com aqueles que participarão do procedimento. Detalhe, o Cirurgião dentista também deve utilizar o termo de consentimento informado e esclarecido.
Alguns cuidados e o cumprimento de regras, aparentemente simples, podem fazer toda a diferença no dia a dia de qualquer pessoa ou profissional.





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